
O Instituto de Identificação do Piauí inicia nesta terça-feira (20) a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) para quem vai tirar o documento pela primeira vez. Para os que vão fazer a segunda via do documento, a carteira ainda será a convencional. Contudo, os dois modelos terão QR code e permitirão ao cidadão acesso à carteira digital. A adesão só será obrigatória a partir de 2032.
Além do novo layout, o documento, que visa evitar fraudes, será implementado e integrado ao sistema de identificação do Estado do Piauí com a Receita Federal, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Wallet GOV.BR.
Tudo que você precisa saber:
- Quem pode tirar a Carteira de Identidade Nacional (CIN)?
- Qual a diferença entre o RG atual e a CIN?
- Como funciona a carteira digital?
- Como emitir?
- Quanto custa?
- Adesão é obrigatória?
Quem pode tirar a Carteira de Identidade Nacional (CIN)?
A partir desta terça-feira (20), até março de 2023, o documento será emitido apenas para quem vai tirar carteira de identidade pela primeira vez. A partir de março de 2023, todo o restante da população poderá solicitar o documento, inclusive quem for tirar a segunda via ou posteriores.
Qual a diferença entre o RG atual e a CIN?
Com a nova identidade, o número do RG antigo deixa de existir e apenas o CPF é considerado. O objetivo, segundo o governo, é unificar o número do documento em todas as unidades da federação – atualmente, cada região brasileira pode emitir o documento e, na prática, uma pessoa pode até ter 27 números de RG no Brasil.
Por isso, para ter acesso ao novo documento, é preciso regularizar o CPF. De acordo com a Receita Federal, “haverá validações biográficas e biométricas antes da emissão da carteira”.
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